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A Fundação Getúlio Vargas (Rio), através do seu Centro de Políticas Sociais, publicou uma recente pesquisa na qual vemos a chamada classe “C” – aquelas pessoas cujos lares recebem entre R$ 1.115 e R$ 4.807 por mês – tornarem-se 49.22% do total da população brasileira. Houve, na verdade, um salto fantástico: em 2003 eram 37.56% da população, passando em 2008, para 49.22% do total de brasileiros. Podemos acreditar que não fosse a crise econômica mundial de 2008/09 este coeficiente seria bem mais alto.
A luta contra as desigualdades
Qual o verdadeiro significado destes números? Simples e direto: a desigualdade social foi, em cinco anos, reduzida drasticamente. Mesmo com um crescimento baixo, mesmo sofrendo os efeitos da crise (nem ”marolinha”, nem tsumani!) o país foi capaz de oferecer oportunidades e esperança de vida melhor para 91 milhões de brasileiros. Para tornar mais claro o impacto podemos citar um jornal que não pode ser, de forma alguma, considerado “chapa-branca”, O GLOBO: “… essa migração em massas alterou o rumo da divisão historicamente desigual do bolo no Brasil…”.

A Fundação Getúlio Vargas (Rio), através do seu Centro de Políticas Sociais, publicou uma recente pesquisa na qual vemos a chamada classe “C” – aquelas pessoas cujos lares recebem entre R$ 1.115 e R$ 4.807 por mês – tornarem-se 49.22% do total da população brasileira. Houve, na verdade, um salto fantástico: em 2003 eram 37.56% da população, passando em 2008, para 49.22% do total de brasileiros. Podemos acreditar que não fosse a crise econômica mundial de 2008/09 este coeficiente seria bem mais alto.A luta contra as desigualdadesQual o verdadeiro significado destes números? Simples e direto: a desigualdade social foi, em cinco anos, reduzida drasticamente. Mesmo com um crescimento baixo, mesmo sofrendo os efeitos da crise (nem ”marolinha”, nem tsumani!) o país foi capaz de oferecer oportunidades e esperança de vida melhor para 91 milhões de brasileiros. Para tornar mais claro o impacto podemos citar um jornal que não pode ser, de forma alguma, considerado “chapa-branca”, O GLOBO: “… essa migração em massas alterou o rumo da divisão historicamente desigual do bolo no Brasil…”.

Caixa bate recorde de R$ 47 bi em crédito da casa

Banco federal emprestou R$ 47,05 bilhões no ano passado; valor 102% superior a 2008

Raphael Hakime, do R7

Os financiamentos habitacionais realizados pela pela Caixa Econômica Federal alcançaram a marca de R$ 47,05 bilhões em 2009, volume de crédito 102% superior ao registrado em 2008, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (27). Desse total, R$ 14,1 bilhões foram destinados ao programa Minha Casa, Minha Vida, que oferece financiamentos voltados à baixa renda.

De acordo com a Caixa, mais de 896.762 mil famílias foram atendidas em 2009. Desse total, 275.528 foram atendidas pelo Minha Casa, Minha Vida. O volume de empréstimos para a compra da casa própria pela Caixa representou 71% de todo o crédito disponível no mercado.

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